Eu sou uma pessoa capacitista?

Descubra se você comete ou já cometeu ações capacititas. 

Vivemos em uma sociedade que vem construindo, insconscientemente, uma estrutura capacitista

muito sólida. Essa estrutura, que se revela por diversos aspecos, segue viva e tão enraizada no dia a dia

das pessoas que não são entendidas como ações preconceituosas. Certamente a maior parte das

pessoas nunca foram capacitista de forma intencional, mas certamente, sem perceber, já cometeu

alguma ação preconceituosa contra pessoas com deficiência. 

Sou/Fui Capacitista quando...

  • Acho que pessoas com deficiência são sempre “coitadinhas”.
  • Trato um adulto como se fosse criança por causa da deficiência.
  • Elogio alguém por fazer o básico, como trabalhar ou estudar.
  • Me surpreendo quando uma pessoa com deficiência é competente.
  • Falo com o acompanhante em vez de falar diretamente com a pessoa.
  • Presumo que a pessoa precisa de ajuda sem perguntar.
  • Insisto em ajudar mesmo quando a pessoa diz que não precisa.
  • Uso termos como “guerreiro”, “herói” ou “exemplo de superação” o tempo todo.
  • Acho que a deficiência define quem a pessoa é.
  • Acredito que pessoas com deficiência não têm vida afetiva ou sexual.
  • Duvido da capacidade profissional de uma pessoa com deficiência.
  • Acho que inclusão é um favor e não um direito.
  • Faço piadas usando deficiência como insulto.
  • Uso expressões capacitistas sem refletir sobre o significado.
  • Acho que acessibilidade é exagero ou gasto desnecessário.
  • Não me incomodo com lugares inacessíveis.
  • Não considero pessoas com deficiência ao planejar eventos ou projetos.
  • Acho que “tratar igual” é suficiente, ignorando necessidades específicas.
  • Acredito que pessoas com deficiência são sempre dependentes.
  • Invado o espaço ou toco na pessoa (ou em sua cadeira de rodas) sem permissão.
  • Reproduzo videos ou memes que fazem piada com pessoas com deficiência.
  • Sinto pena em vez de respeito.
  • Falo “apesar da deficiência” como se fosse algo negativo.
  • Reduzo a pessoa à sua condição (“o cadeirante”, “a cega”).
  • Não busco me informar sobre inclusão e acessibilidade.
  • Silencio ou ignoro quando presencio atitudes capacitistas.